Lampreia

Nome da espécie: 
Lampetra fluviatilis
Classificação: 
Estado de conservação: 
A lampreia-marinha é considerada um pitéu gastronómico. Já a Lampetra fluviatilis e a lampreia-de-riacho não se comem e são mais raras. Estão classificadas em perigo de extinção, na última versão do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. de 2005.
Fatores que o colocam em risco de extinção: 
Destruição, pelo Homem, do seu habitat natural. Diferentes tipos de poluição.
Peso (kg): 
10.00
Tamanho (m): 
2.00
Revestimento: 
Corpo nú e sem maxilas.
Cor: 
Cinzenta
Época de reprodução: 
Tanto as lampréias marinhas como as de água doce se reproduzem em rios. A sua vida larvar (ver abaixo), que pode durar até sete anos, é sempre passada no rio onde nascem. A certa altura, elas sofrem uma metamorfose e transformam-se em adultos.[1]
Número de crias: 
Cada fêmea gera milhares de ovos pequenos e sem reservas nutritivas. Os ovos são enterrados em "ninhos" cavados no fundo do rio.
Dieta alimentar: 
Carnívoro
Alimentos: 
Algumas espécies são parasitas, fixando-se a outros peixes[5] , cuja pele abrem com a sua língua-raspadora e sugam-lhes o sangue. Esta é também uma forma de se deslocarem.
Curiosidades: 
As lampreias encontram-se principalmente em águas temperadas, tanto no hemisfério norte, como no sul. Algumas espécies são parasitas, fixando-se a outros peixes[5] , cuja pele abrem com a sua língua-raspadora e sugam-lhes o sangue.